Mulheres altas e homens baixos… Sexta-Feira, Set 7 2007 

Bem, durante esse repasse de fotos vamos aprender que, além da beleza, as mulheres também não ligam muito pra essa coisa de altura… ainda bem…rs

David Spade & Brittany Daniel

David Spade & Brittany Daniel… cara de sorte!

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Usher com Foster… casal charmoso, não?

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Tom Cruise & Kate Holmes… mas aí ela tá com um salto daqueles né…rs

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êêê os dois dando aquele sorriso Whisky!!!

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Sophie & Benji. Reparem na cara de mau do sujeito… tem que impor respeito né…

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Opa, me identifiquei com esse cara! Ou melhor, com a mulher dele!!!

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O q esse sujeitinho raquítico tá fazendo com essa mulher?

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James e Petra…. o cara consegue alcançar o ombro da mulher… ainda bem…

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opa, me identifiquei com esse casalzinho também.

Bom, agora, nós baixinhos, podemos nos lançar nas altas sem medo! Creio que temos material suficiente pra comprovar essa tese.

Blog sobre Criatividade. Sexta-Feira, Set 7 2007 

Ei gente, gostaria de indicar aqui este blog que tá arrasando.

Como ele mesmo diz é um blog para : “Intercâmbio de experiências, estratégias e técnicas sobre criatividade e suas aplicações na solução de problemas, melhoria da qualidade e produtividade, negociação e solução criativa de conflitos.”

Vai aí um dos textos iniciais do blog: http://criatividadeaplicada.com/

Primeira página

Desde o momento em que ensaiamos nossos primeiros passos, tem início um sutil e inconsciente movimento de inibição de nossa criatividade natural. Primeiro em casa, depois na escola e no trabalho, somos instados a andar em terreno já conhecido, seguir a tradição e não “fazer marolas”.

Este processo tem seu lado positivo, pois a vida em sociedade requer a observação de certas regras e costumes. No entanto, traz um efeito secundário pernicioso: o lento, mas inexorável, bloqueio de nossa curiosidade, imaginação e engenhosidade.

O DECLÍNIO DA CRIATIVIDADE

Pesquisa_criatividade

No livro “Ponto de Ruptura e Transformação”, George Land relata os resultados de testes realizados com um grupo de 1.600 jovens nos EUA. O estudo se baseou nos testes usados pela NASA para seleção de cientistas e engenheiros inovadores. No primeiro teste as crianças tinham entre 3 e 5 anos e 98% apresentaram alta criatividade; o mesmo grupo foi testado aos 10 anos e este percentual caiu para 30%; aos 15 anos, somente 12% mantiveram um alto índice de criatividade. Teste similar foi aplicado a mais de 200.000 adultos e somente 2% se mostraram altamente criativos..

George Land e sua colega Beth Jarman concluíram que aprendemos a ser não-criativos. O declínio da criatividade não é devido à idade, mas aos bloqueios mentais criados ao longo de nossa vida. A família, a escola e as empresas têm tido sucesso em inibir o pensamento criativo. Esta é a má notícia. A boa notícia é que as pesquisas e a prática mostram que este processo pode ser revertido; podemos recuperar boa parte de nossas habilidades criativas. Melhor ainda, nós podemos impedir este processo de robotização.

O desenvolvimento da criatividade requer que abandonemos nossa zona de conforto e nos libertemos dos bloqueios que impedem o pleno uso de nossa capacidade mental. Nas palavras do poeta Guillaume Apollinaire, temos de perder o medo de voar:

Cheguem até a borda, ele disse.
Eles responderam: Temos medo.
Cheguem até a borda, ele repetiu.
Eles chegaram.
Ele os empurrou… e eles voaram.

Convido-o a seguir comigo neste vôo e explorar as respostas a algumas questões importantes: Qual o significado de criatividade? O que sabemos sobre a criatividade humana? E como podemos usar este conhecimento para desenvolver nossa criatividade?

Num primeiro momento, nós abordaremos o significado dos conceitos criatividade, inovação e inteligência. Em seguida, analisaremos os diversos tipos de bloqueios mentais e como superá-los. Num terceiro momento, exploraremos diversas técnicas de criatividade e como você pode usá-las para o seu desenvolvimento profissional e para a solução criativa de problemas.

Acredito que todos nós, cada um a seu modo, somos capazes de realizações criativas em alguma área de atividade. Para isso, é necessário contar com as condições certas e com o acesso aos conhecimentos e habilidades apropriadas.

Há um processo que gera criatividade – e você pode aprendê-lo.
Twyla Tharp, dançarina e coreógrafa.

A Petrobrás e a Vale Sexta-Feira, Set 7 2007 

Eu escuto, não raras vezes, as pessoas dizerem e se orgulharem de slogans como: “A Vale é nossa!” ou “O Petróleo é nosso!”. Bom, não sei que diferença faz se ele é nosso ou não. Afinal estarei pagando o mesmo preço pela gasolina de qualquer jeito mesmo. Aliás não apareceu ninguém aqui em casa para me entregar a parte do petróleo que me pertence…

Mas o pior aconteceu agora. Uma empresa que multiplicou seus lucros e se tornou a segunda maior mineradora do mundo, depois que foi privatizada, está sendo atacada. E sendo atacada por alguns brasileiros que, ao invés de se orgulharem do avanço da mesma propugnam sua reestatização. Pensam que com isso terão a Vale de volta em suas mãos como se já tivessem sido donos algum dia desse patrimônio. Na verdade não tem como a Vale ser nossa. Quando ela era do Estado, vivíamos do mesmo jeito e pagavamos os impostos ao governo da mesma forma. Com a Petrobrás é a mesma coisa. Pagamos um preço alto pela gasolina o que evidencia o fato de que a empresa realmente não é nossa. Além do mais as vezes temos o dinheiro dos nossos impostos desviados da área da saúde e educação para preencher os buracos deixados, por exemplo, por uma crise que ocorreu no ano passado.

O que ocorre é que quando o Estado tem empresas, ele divide a sua atenção entre as áreas principais, como saúde, educação e assistência social; e os investimentos empresariais das estatais. E, às vezes, é triste saber que o governo dá extrema importância aos investimentos dessas estatais e os planejamentos futuros para essas áreas em detrimento de suas áreas sociais. O melhor é deixar que a iniciativa privada tome conta desses investimentos empresariais. Assim o governo investe mais em saúde, habitação, previdência, educação e assistência social, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida do brasileiro.

A Vale hoje é a empresa que mais paga impostos ao país. Se ela fosse estatal ela não pagaria nenhum imposto. Além do mais os lucros das estatais não são desviados para a educação ou saúde. Sendo assim é mais lucrativo para o Estado brasileiro ter a Vale como empresa privada. Seria ótimo também que a Petrobrás, que atualmente não paga todos os impostos que uma empresa privada deveria pagar, fosse privatizada.

A privatização, quando é feita de forma honesta e ética, é boa para o país. Não quero julgar aqui as privatizações passadas, se foram honestas ou não. Cabe ao Senado e ao STF investigar isso. Mas é inegável que a Vale, privatizada, está crescendo mais e dando mais orgulho ao povo brasileiro. Provavelmente acontecerá o mesmo com a Petrobrás. Se ela for privatizada, irá pagar mais impostos. O Estado arrecadará mais e assim teremos mais recursos para investir na qualidade de vida dos brasileiros. Aí sim, poderemos nos orgulhar de ter um país mais moderno, com o Estado voltado para sua população e não para os investimentos empresariais.

Um Estado voltado para o povo é o que todos querem. Um Estado moderno que atua de forma eficiente e ética na melhoria da vida do povão. É isso que todos nós queremos, penso eu. Assim, urge esclarecer parte da nossa população que se engana com discursos atrasados de reestatização, que me lembram do período de Vargas, quando a economia necessitava de investimentos diretos do Estado. O que não é atualmente o nosso caso. Não precisamos de um capitalismo estatal. Precisamos de um Estado voltado para o povo e uma economia moderna, inserida na mundo globalizado, satisfazendo assim, os anseios de cada cidadão brasileiro.