- ô mariazinha, ruma u café aí qui hoje é dia di plebiscito!

- Mas zé, que raio é essi di prebissito?

- Maria, num si afoguenta não qui num to cum agua pá ti jogá agora. Vão bora! Plebiscito é uma coisa qui trás a empresa e bota nas nossa mão, entendeu? U prezidenti Lulalá falou qui nóis já podi tê a petrobrás, pra fazê petrólio. Agora, si reistatiza a Vali, nóis vai tê duas impresas di uma veizada só, muié. Eta trem bão!

- Asim tá bão dimais zé. Você vai até mi comprá aqueli bukezão di rosa qi prometeu mi dá né?

- É claro muié! Tu sabi qi ti amu dimais da conta, uai.

- Então vamu zé. Já tô ansiosa presse troço saí logo!

(Chegando em Brasília)

- ô motorista, pára u õnibus perto da casa du presidenti lulalá. Nóis vai cunversá cum eli agora sobri umas empresa qi ele vai passá pra nois. Anda muié, vamo descer desse troço logo.

- ô zé, minha saia di renda garrô aqui neça joça.

- Qui joça qui nada muié. Issu é a roleta. Uns treco qui usa pra passa i pagá a passagem. Issu é pra ninguém enrolar mais o trocador.

(Nesse momento surge alguém misterioso, com olhar penetrante e ameaçador)

Trocador: Oi, seu estranho. Tem que pagar a passagem.

Estranho: Eu sou o Chuck Norris.

Trocador: Ah, então deixa que eu pago pra você do meu próprio bolso.

Estranho (agora descoberto): Acho bom mesmo. Senão iria levar um de meus roundhouse kick!

Trocador: Credo. Deus me livre. Quero viver muito tempo ainda. Mas, não daria pra me dar um autógrafo?

Chuck (renascido das trevas): Não, meu autógrafo costuma queimar todos os papéis.

Trocador: Então me passa um pedaço dessa roupa que tu tá usando!

Chuck: Tá me estranhando? (e lançando um olhar fatal, desintegrou o trocador!)

(Seu Zé comenta com a Maria)

- Tá vendo muié, pur isso é qui eu sô fã desse sujeito. Eli num faz as coisa bunita só nus filme. Faz na realidade também!!!

- É Zé, agora eu tô ti entendendu.

(saindo do ônibus)

- Vamus muié, corri pra nóis pegá o presidenti!

- Tô correndu, mas é qui num tô acostumada a andá di sarto, môzin.

- Então deixa qui eu vou ti carregá… (Zé deu uma conferida naquela sua carteira de fã do Chuck e respirou fundo… bem agora era o momento de demonstrar porque fazia parte do seleto grupo de fãs do inigualável homem do roundhouse kick! Afinal, a Maria era bem magrinha…)

- Uai Zé, tu tá forti mêmu!!! Né a-toa qui casei cuntigu.

- Qui nada muié, isso num é nada… ( Chuck estava por perto e, orgulhoso, encarava o sô Zé).

(Na casa do Lulalá)

Z: Oi Lulalá, tudu bem cum o sinhô?

L: Cumpanheiru Zé, nós estamos aqui brindando o novo programa do governo: Sede Zero! Cachaça da boa pra todu mundo sõ.

Z: Uai Lulalá, tõ me sentindo muito bem cunversando com u sinhô. Acho qui nóis fala a mesma lingua!

M: Zé, vai logu nu assunto sô! Anda cum esse troço!

Z: Presidenti, nóis viemos aqui, por meio di um ônibus, pra receber a nossa parte da Vale e da Petrobrás! U sinhô e mais um pessoar aí tava dizendo qui o petroleo é nosso, qui a Vale é nossa. Então eu queru a minha parti.

L: cumpanheiru e cumpanheira, eu estou lutando bravamente, não somente contra o alcool e a corrupção neste governo. Mas eu luto também para que tudo seja do povo. A Vale e a Petrobrás!

Z: Uai presidenti. Mas o papel do plebiscito dizia que as duas eram nossas já… (isso tá me cheirando a roubalheira…)

L: Cumpanheiro, ninguém nunca fez tanto por estepaiz! Ninguém, nem o Chuck.

Z: Calma lá presidenti! O Chuck não fez porque não pode ser candidato. Afinal ele é estrangeiru, como todo lutador que si prezi, di Roliuuudi.  (caramba, falei igual aquela marca de cigarro!)

L: Tá bom cumpanheiru, eu vô ti passá uns papéis aqui e vc terá as empresa.

Z: Tudo bem Lulalá. Podi passá.

L: Aqui estão. É di um monti qui tive qui despachá do senado essa semana, devidu a uns pobrema qui tivemos aí.

Z: Tá bom Lulalá. Anda logo com issu. Tô ansioso pra ficá milionáriu e comprá um bukê di rosá pra minha muié.

(Lula entrega habilidosamente os dossiês de Renan Calheiros e Toda a galera do mensalão e dólar na cueca)

L: Tá aqui. (bom, esses analfabetus vão ser pegos i ninguém vai duvidar mais desti guvernu aqui…hehehe)

Z: Tá bom Lulalá. Qui maraviíia! Vamu lá muié. Comemorá!

M: Ihhhhhaaaaaa! Agora vou até podê comprá os vestidos di renda qui sempre quis!!!

(Mas logo na saída eles foram abordados pela Polícia Federal)

Z: Oi puliça, aqui é u Zé. Tudu bem cu sinhô?

P: Tudo bem. Mas não tá nada bem pra vcs…..hehehehehehe

Z: Ai môzim, assim não sei mais o qui vai acontecê. Essi lulalá nus enganou di novu!

P: Deixe-me ver esses papéis. Olhem, muitas provas de que o Zé roubou dinheiro público! Participou de operações de lavagem de dinheiro, contas no exterior, viagens com dólares na cueca e muito mais…

M: Nossa Zé, num sabia qui tu tinha todas essas abilidades!

Z: hehehe, eu façu u qui possu.

P: Vocês vão pra cadeia! Agora!

Z: Não! Eu num queru ir pra cadeia sõ guarda! Possu ir pra minha casa?

P: Não, vocês vão é pra cadeia!

Z: Não!!!!!!!!!!!

M: Zé, chama seu amigo, Chuck!

Z: Boa idéia. Chuuuuuuck Noooooooorrrriiiiiiissss, vem me salvar!!!!!!!

(Chuck ao longe admira a paisagem do mundo com seu olhar…. e de repente escuta a voz de um fã seu… ao respirar direciona o ar para os guardas federais de Brasília….)

P: Nossa, que ventania é essa! Os papéis estão todos voando… vamos catá-los!

Chuck com seu olhar atrai Zé e Maria que, desimpedidamente caminham em sua direção… e, com um sopro, Chuck os faz flutuar até o interior, na roça do sô Zé…

Z: Ê trem bão… por issu qui é bom tê um amigu dessis.

M: É Zé, inda bem qui tu é fã do Chuck!

Fim.

Z&M

Obs: Essa história teve sua divulgação licenciada neste blog pelo próprio Chuck Norris.