Notícias de Catolicismo (10/2007) Quarta-feira, Out 31 2007 


Imoralidade e miséria vêm dizimando a população cubana

A população cubana diminuiu em 2006, informou o diário oficial “Granma”. Na raiz dessa redução demográfica estão a imoralidade oficializada pelo comunismo, o aborto, e a distribuição gratuita de anticoncepcionais; além da miséria da população reduzida a um subnível de vida moral e material similar ao dos escravos da Antiguidade pagã. Porém, Fidel Castro prefere atacar o Brasil, alegando rombudas inverdades sobre o agronegócio e o biocombustível: os cortadores de cana-de-açúcar no país trabalhariam como escravos; e o cultivo da cana destrói o meio-ambiente!

 

Cidade medieval no século XXI: novidade na Espanha

Segurança, prédios duráveis, aplicação garantida, entorno saudável, harmonia prédios-natureza, beleza panorâmica, vizinhança sociável, local psicologicamente aprazível e proximidade com uma Igreja – são itens que se tornaram requisitos de um bom condomínio. Encontrá-los reunidos na justa proporção é coisa rara e dispendiosa. Uma empresa espanhola descobriu que todos eles estão presentes nas cidades e aldeias medievais. Lançou então o Conjunto Residencial Sopetrán, que será construído em Hita, Guadalajara, e será concluído em 2009. Terá 325 casas, cujas fachadas reproduzem as construções de 1000 anos atrás. O interior terá todo o conforto hodierno. O empreendimento foi saudado na Espanha como um triunfo da imaginação, na mesma ocasião em que se esgotam idéias autênticas na área da construção.

 

 

Reflexões sobre Cultura… Terça-feira, Out 23 2007 

    Esses devaneios livres sobre cultura dedico ao meu amor que me inspirou e me ajudou com suas idéias. Enfim, um texto a dois…

    Entende-se a cultura como a ação humana sobre o real. O homem rompe com a natureza na sua originalidade ao agir sobre ela. O homem interage com a natureza e nessa interação cria e modifica a realidade. Também dá significados aos objetos. Isso tudo é cultura. A cultura humana é a realidade criada pelo homem. Nesse sentido todo o mundo habitado pelo homem faz parte da sua cultura; pois tudo já está valorado pelo mesmo.

    O homem marca o mundo desde que se entende como homem. Deixa rastros por onde passa. Assim o mundo se humaniza e o homem se sente “em casa.” Tudo tem sua marca.

   O desenvolvimento da cultura humana ocorreu junto ao desenvolvimento do próprio homem. Na pré-história o homem utilizava pedras e paus para se defender. Desenhava em cavernas, fazia flechas com madeira, nomeava animais e plantas e, assim, construía significados e os objetivava.

   Podemos perceber que através da cultura o homem se afirma como agente de seu próprio mundo. É importante fazer aqui uma ressalva: apesar da ação humana construir a realidade humanizada, essa não é separada do próprio real. Ou seja, a consciência humana já nasce no real, portanto o mundo e o homem fazem parte de uma mesma realidade não sendo possível a objetivação absoluta do real abstraído da mente humana. Assim o homem não conhece a realidade “in totum”, mas somente fenômenos, daí o caráter incompleto do conhecimento humano, que impossibilita à ciência o conhecimento absoluto, planejado pelos iluministas de outrora. O real sempre guarda seus mistérios.

     Bom, nota-se que o homem se desenvolveu e sua cultura se tornou mais complexa. Há uma relação entre desenvolvimento e complexidade cultural. É esse movimento que observamos quando estudamos a história da humanidade. Agrupamentos humanos foram se desenvolvendo e formando sua própria cultura; sua realidade mais “familiar”. Assim temos diversas culturas: a judaico-cristã, a hinduísta e a asiática, para ficar apenas com três grandes grupos. Um cristão não se sente em casa, vivendo num país islâmico. Nem um muçulmano se sente em casa vivendo numa França cristã ou laica, como a atual. Percebe-se assim que a cultura cria vínculos de “familiaridade” entre as pessoas que partilham das mesmas estruturas simbólicas. Esses vínculos se expressam nos valores, costumes, símbolos e atitudes comuns desenvolvidas pelos diferentes povos.

    Retomando as diferenças entre as culturas notamos que estas se desenvolveram a partir de trocas entre povos diversos. A judaico-cristã, por exemplo, foi se formando a partir da vivência antiga dos povos hebreus, da cultura dos filósofos gregos e do direito romano, além de somar um pequeno período de convivência com os antigos egípcios e os persas, além de outros povos. Com isso podemos notar que as culturas não se desenvolvem de forma fechada. Elas estão o tempo todo em contato com outras culturas e a diversidade é percebida a partir dos valores principais eleitos por elas.  A sociedade capitalista liberal contemporânea já não dá tanto valor à atividade religiosa, como ainda podemos notar nos países islâmicos contemporâneos. A atividade religiosa nas sociedades capitalistas do ocidente são relegadas ao âmbito individual. Não podem tomar o caráter de manifestações públicas. E nem mesmo políticas. Com a convivência com os muçulmanos, a Europa está sentindo na pele essa diferença. Os muçulmanos vêem como legítima as manifestações de caráter religioso tanto no âmbito público (tomando as ruas e lutando por direitos religiosos) como no político (líderes religiosos tomam o poder e governam o país a partir dos princípios do Alcorão).

    A conscientização a respeito dessa problemática cultural impõe aos estudiosos da cultura o dever de trabalhar as diferenças culturais evitando o etnocentrismo. Ou seja, evitando o julgamento da cultura alheia a partir dos valores da própria cultura. O etnocentrismo foi comum na Inglaterra do século XIX, quando os ingleses colonizaram diversas regiões do planeta buscando levar a “civilização” aos povos “primitivos”. Evitar o etnocentrismo é aprender a viver num planeta plural, no qual as diversas culturas dialogam entre si buscando uma convivência harmoniosa e fraterna, sem fundamentalismos políticos e/ou religiosos.

    Mas o multiculturalismo não deve implicar na ausência de julgamento moral. Se a cultura de um povo alega a legitimidade da pena de morte para “crimes religiosos”, devemos questionar qual valor essa cultura dá a vida humana. Qual a noção de dignidade humana eles possuem. Para isso temos um ambiente democrático, um mundo em globalização que possibilita inúmeras discussões desse tipo. O atual momento é propício a esse tipo de diálogo. Enfim, somos a sociedade do debate; acerca de valores, de estilo de vida, de símbolos, de costumes… Assim, poderemos construir a sociedade aberta com a qual sonhava Popper e Acton. Uma sociedade da tolerância, do bem-estar e da convivência pacífica na pluralidade cultural em que vivemos.

           

Como não pegar ninguém Sexta-Feira, Out 5 2007 

hehehe, retirado do blog: http://bloda.wordpress.com

Muito legal esse blog.
Dicas infalíveis para você se dar mal e terminar a noite falando sobre futebol ou como quase agarrou aquela gostosa que acabou de ir embora.

Transporte
Elas caem matando em cima de caras com carros esportivos ou jipões, fuja destes modelos. Carros 1.0 com até dois anos de uso também não são recomendados, pois provam que você possui dinheiro para comprar um veículo novo. Para se dar mal de verdade, aposte em carros abaixo de 92, se possível com muitos acessórios, tais como películas, adesivos religiosos e/ou esportivos, penduricalhos no retrovisor e assoalho forrado com jornal por baixo dos tapetes.

Traje
Suas roupas são um dos fatores determinantes para o fracasso de sua conquista, principalmente se o local for fechado e ela não puder ver o carro em que você chegou. Uma combinação certeira para não pegar ninguém: camisa pólo em tom pastel pra dentro da calça jeans azul escura, pochete preta de couro, cinto trançado marrom, tênis de corrida branco com detalhes berrantes em verde limão ou amarelo maracujá, meias brancas e relógio de camelô Nike ou Adidas.

Atitude
Ao chegar no bar ou boate sua atitude também conta pontos para terminar a noite sozinho. Tente andar sempre com as pernas abertas e coçando o saco. Uma cuspida no chão após o gesto também pega mal. É importante abordar as garotas quando seu estado alcoólico não permitir mais distinguir uma tomada de um focinho de porco. Deixe suas intenções claras falando bem próximo do rosto da gata para que ela sinta seu bafo em toda plenitude e possa ter acesso aos respingos de saliva projetados pela sua fala. Não se preocupe tanto com estes detalhes caso você tenha chegado mal vestido e dirigindo um Chevette 89, o fracasso já estará garantido de qualquer jeito.

Cantadas
Neste ponto é fácil se dar mal. Mulheres dificilmente dão bola para cantadas, a não ser que estejam muito bêbadas ou que você seja rico e bonito. Como provavelmente não é este o seu caso, fique tranqüilo e aplique uma de nossas sugestões para levar aquele fora:

- Cantada A – “Oi princesa, sabia que é humanamente impossível alguém lamber os próprios cotovelos?”. Neste ponto, tente lamber seu cotovelo e logo depois, com uma expressão sexy e insinuante, proponha: “Quer lamber o meu?”.

- Cantada B – “Ei boazuda, Tudo isto aqui pode ser seu por apenas 10 reais”. Jogue sua bebida pelo corpo de modo que deixe seus mamilos molhados, passe as mãos sensualmente pelo seu tórax, termine mordendo o dedo mindinho direito e fazendo cara de cachorro pidão, ao final, arremate com a frase “mas pra você rola desconto”.

Sexo
Você está indo bem demais para quem queria se dar mal, se chegou até a cama suas chances de entrar pelo cano são bem menores. Mas não se preocupe, temos aqui mais três dicas matadoras para garantir que você vai acordar sozinho.

- Atuação A – Deixe-a na cama e peça para que ela lhe aguarde nua. Vá ao banheiro e vista-se de pajé amazônico ou xamã aborígene, coloque uma saia de palha de coqueiro e uma máscara tribal de madeira. Arranje também um par de maracas. Volte para o quarto remexendo os badulaques e rebolando como uma siriema no cio. Grite bem alto: “Huka, huka, huka! Aôôômmm..hala, hala, hala! Hola, hola, hola!”.

- Atuação B – Entre beijos e carícias preliminares, peça licença e arrume chantili e morangos na geladeira. Cubra seu rosto totalmente com o creme e coloque dois morangos nos olhos. Pule na cama batendo palmas e gritando com voz de palhaço “Hoje tem marmelada? Tem sim senhor! E tem mulher pelada? Tem sim senhor!”.

- Atuação C – Deixe a coisa fluir normalmente. Tire a calcinha dela com todo cuidado. Treine uma expressão que misture espanto, decepção e horror e diga “nossa, você é mulher…”.

Notícias de Catolicismo(Setembro/2007) Sexta-Feira, Out 5 2007 

A partir de hoje transcreverei algumas notícias da Revista mensal Catolicismo. Escolherei aquelas que mais “cutucarem” o chamado “senso comum”. Boa leitura a todos!

Nevada Histórica ridiculariza ecologistas:

“Bota a culpa no aquecimento global”, uivava o roqueiro na tela da TV Argentina, que transmitia o festival rock-ecológico mundial Live Earth, promovido em 100 locais de oito países pelo guru do ecologismo radical, o ex-vice-presidente norte-americano Al Gore. Enquanto isso ocorria, os olhares dos espectadores estavam fixos nas janelas. Uma nevada excepcional, em meio a intensas ondas polares, chegou até Buenos Aires, fenômeno este que só acontecera em 1918! O país parou completamente. Crianças e adultos brincaram alegremente na neve, pouco se incomodando com os slogans catastrofistas e a fanática pressão a respeito de um suposto e apocalíptico “aquecimento global”.

 

Máquina para substituir as boas maneiras:

Num estacionamento da capital norte-americana foi montada a “máquina para cumprimentar”. Ela dispensa aos passantes 150 saudações do gênero: “O Sr. é um bom motorista” ou “A Sra. escolheu um bom perfume”. Algo raro de se ouvir numa cidade hodierna, na qual costumam proliferar a acrimônia e até insultos. O artefato faz parte do Washington Project for the Arts Site Project, informou a ABC News. Constitui significativa amostra da falta de bom senso do mundo moderno. Afastando-se assustadoramente das boas maneiras, do respeito, do bom tom e da doçura de trato, características da tradição católica, essa mesma modernidade elabora falsas soluções para tais males, as quais revelam um artificialismo mecânico risível.

 

Barbárie e anarquia em escolas paulistas:

Em Macatuba (SP), quatro alunos aplicaram a cola superbonder na cadeira da professora de Biologia, que por isso teve a roupa rasgada e sofreu graves escoriações. Em Piraju (SP), dois estudantes incendiaram o carro da diretora da escola. Em Dracena (SP), uma servente de 67 anos teve os dois braços quebrados e ferimentos nos olhos, ao ser pisoteada pelos alunos. Em São Bernardo do Campo, ABC paulista, um menino decepou o dedo indicador de uma professora e feriu a vice-diretora no rosto com uma cabeçada. Junia Vilhena, professora da PUC-RJ, atribuiu essa barbárie à falta de tradições e valores. Os pais foram criados no falso princípio do “é proibido proibir”, e agora colhem amargos frutos.

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